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História
Palmares Aconteceu nas Alagoas por volta de 1630, a maior revolta de escravos ocorrida no País, onde se organizou o famoso Quilombo dos Palmares, uma confederação de quilombos organizada sob a direção de Zumbi, o chefe guerreiro dos escravos revoltosos. Palmares chegou a ter população de 30 mil habitantes, distribuídos em várias aldeias, onde plantavam milho, feijão, mandioca, batata-doce, banana e cana-de-açúcar. Também criavam galinhas e suínos, conseguindo extrair um excedente de sua produção, que era negociado nos povoados vizinhos. A fartura de alimentos em Palmares foi um dos fatores fundamentais para a sua resistência aos ataques dos militares e brancos em geral, durante 65 anos. Foi destruído em 1694. Em 1695, Zumbi fugiu e foi morto, acabando assim o sonho de liberdade daqueles ex-escravos, que só viriam a conhecer a sua libertação oficial em 1888. Formação do Nome O nome Alagoas é derivado dos numerosos lagos que se comunicam uns com os outros e também com os diversos rios que banham a região.
A
Bandeira do Estado de Alagoas, foi criada pela Lei nº 2.628, de
23 de setembro de 1963. Esta lei, modificou o Decreto nº 53, de
25 de maio de 1894, restabelecido pelo Decreto nº 373, de 15 de
novembro de 1946. Baseou-se em estudos apresentados pelo professor
Théo Brandão. Hino
do Estado de Alagoas Alagoas,
Estrela radiosa, Ide,
algemas que o pulso prendias A alma
pulca de nossos avós, E se
a luta voltar, hão-de os bravos Tu,
liberdade formosa, Tu,
liberdade formosa, Baixe
o hino (MP3 - 2.4mb) A capital alagoana é: Maceió Maceió é a capital do estado brasileiro de Alagoas. Tem uma população de 922 458 habitantes (2006) e um território de, aproximadamente, 511 km². Forma com outros dez municípios a Região Metropolitana de Maceió, somando um total de cerca de 1,14 milhão de habitantes (est. 2005). Sua altitude média é de sete metros acima do nível do mar, e tem uma temperatura média de 25°C. A cidade se situa entre o Oceano Atlântico, que presenteia a cidade com belas praias, e a Lagoa Mundaú, que tem grande importância econômica para os povoados de pescadores que vivem em sua margem. É sede da Universidade Federal de Alagoas. Histórico
Foi sobre esses alagadiços e restingas que a cidade de Maceió cresceu. Dois bairros da capital abrigam pouco menos da metade da população, são eles: Benedito Bentes e Jacintinho, ambos com 200 mil habitantes cada, o Jacintinho é um complexo de favelas, já o Benedito Bentes é um Conjunto Habitacional criado há vinte anos que, atualmente, abriga muitos outros conjuntos ao seu redor, que juntos às favelas e grotas formam o bairro. Já tramitou na Câmara Municipal de Maceió uma proposta para o desmembramento do Benedito Bentes de Maceió, transformando-o em uma nova cidade. Segundo os próprios investidores do setor, a construção civil na capital é uma das mais bem-sucedidas do país, o número máximo de andares na parte que vai do Pontal da Barra à parte de Cruz das Almas é de oito andares na beira-mar, motivo: O Farol da Marinha do Brasil localizado no bairro do Jacintinho. É sabido que quanto menos andares um edifício tem, mais caro é o preço dos apartamentos; mas hoje a especulação imobiliária está no Litoral Norte da cidade, bairros como Riacho Doce, Guaxuma e Ipioca estão com os terrenos super-valorizados, o que preocupa tanto os moradores do local, quanto as autoridades, que vêem que lá não existe a infra-estrutura necessária para uma grande urbanização, tal como se pretende. Por isso, este local ganhou grande destaque na criação do Plano Diretor, que está tramitando na câmara municipal. Entre as principais propostas de estruturação do lugar, pretende-se: Sanear a região, para proteger os rios que a cortam; duplicar as rodovias de acesso; e é claro, o ponto mais crítico do Plano, o número de andares que cada prédio poderá ter, os construtores divergem com a prefeitura a altura máxima e afastamento mínimo dos edifícios, vale lembrar que o bem-estar físico, mental e econômico da população é o que deveria pesar.
Capital do estado de Alagoas, Maceió limita-se ao norte com os municípios de Paripueira, Barra de Santo Antônio, São Luís do Quitunde, Flexeiras e Messias; ao sul, com o município de Marechal Deodoro e Oceano Atlântico; a oeste faz fronteira com Rio Largo, Satuba, Santa Luzia do Norte e Coqueiro Seco; a leste, com o Oceano Atlântico.
Nesses macromodelados predominam na sua maioria, ambientes instáveis (correspondendo aos modelados de acumulação e dissecação), ocorrendo ainda ambientes em transição (relacionando as superfícies de aplanamento). Nos ambientes instáveis, predominam os processos erosivos sobre os processos de alteração e de acréscimo de materiais superficiais. De modo geral, correspondem as partes mais atingidas pela atividade humana onde o relevo e o clima são mais agressivos. Nos ambientes em transição, predominam características que indicam interferência dos processos de agradação e degradação do relevo, os quais produzem modificações poucos sensíveis com tendência do predomínio da pedogênese ou da morfogênese, conforme o grau de intervenção humana. Não ocorrem no município, de forma contínua, ambientes estáveis, ambientes cujas características indicam interferências dos processos de agradação e degradação do relevo, os quais produzem modificações pouco sensíveis, com tendência para o predomínio da pedogênese ou morfogênese, conforme o grau de intervenção humana. Sob essas condições a ocupação humana se estabeleceu decisivamente sobre os terrenos quaternários, retrabalhados pelo mar e ventos, expandindo-se para o interior do município sobre os tabuleiros terciários. Esse processo de ocupação resultou em duas áreas distintas de uso: o meio urbano e o meio agrícola. A primeira ocupa uma área aproximada de 211 Km2, representando 41% da área do município; é caracterizada pela construção civil e forte adensamento populacional, com 3.790 hab/km2. Por sua vez, a segunda compreende 301 Km2, e 59% da área total do município; caracteriza-se pela cultura da cana-de-açúcar, ampla presença de solo desnudo e pouca presença de mata nativa, contando com uma densidade demográfica de 8 hab/Km2.
Em 2004, o PIB da capital girava em torno de 6,7 bilhões de reais, o quarto maior entre as capitais da Região Nordeste, número significativo que mereceu destaque por ter vindo antes do "boom" do comércio e turismo em Maceió, que ocorreu com a abertura de diversos hipermercados, hotéis, do Centro de Convenções e do Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares. A expectativa é de que os próximos números sejam ainda mais animadores. O setor primário da economia encontra-se apoiado na monocultura da cana-de-açúcar e ocupa quase toda área rural do município. Contudo, a sua participação na produção, área colhida e economia não é considerada representativa, expressando-se em apenas 0,02% do total estadual (ALAGOAS, 2002). No litoral principalmente, e em algumas áreas isoladas dos tabuleiros e das encostas, destaca se o coqueiro e algumas culturas de pomar como o cajueiro, a mangueira e a jaqueira, doravante denominadas de frutíferas. Os dados contidos no Censo Agropecuário do IBGE 1995/1996 demonstram pouca diversificação do setor produtivo. Com relação à utilização das terras para fins agrícolas, segundo o Censo Agropecuário do IBGE 1995/1996, verifica-se um total de 17.715 hectares, onde 10.036 hectares (56,65%) são lavouras permanentes e temporárias, 590 hectares (3,33%) são pastagens naturais e artificiais, 4.303 hectares (24,29%) são matas naturais e/ou plantadas, 2.075 hectares (11,71%) são lavouras em descanso e produtivas não utilizadas e 711 hectares (4,02%) são outros (aglomerações humanas). As indústrias instaladas no município têm pouca representatividade e influência na economia local e é representada principalmente pela Braskem (exploradora e beneficiadora de salgema) e Distrito Industrial, localizados nos bairros do Pontal da Barra e Tabuleiro do Martins, respectivamente. Este último vem sofrendo constantes baixas de indústrias em decorrência da falta de investimento em infra-estrutura, de atrativos e incentivos fiscais por parte do poder público. Este setor conta ainda com a presença da usina de cana-de-açúcar Cachoeira do Meirim. A exemplo dos dois primeiros setores econômicos, o comércio vem sofrendo graves crises, tanto pela recessão impregnada no país há alguns anos como pela ausência de riquezas geradas e empregadas na capital advindas da agropecuária e indústrias. Em decorrência disto, ao longo dos anos, percebe-se um crescimento significativo de um “quarto setor” produtivo: o comércio informal, ainda não devidamente regulamentado. Turismo
Infra-estrutura
As avenidas da cidade são, em sua maioria, bem conservadas; como a cidade é cercada por planaltos, uma solução prática para problemas comuns do trânsito foi a construção de várias passagens de nível, que é uma "mistura" de viaduto com túnel, a tática que foi utilizada no passado está em destaque também na nova gestão. Desde 2004, todos os pardais e radares eletrônicos que existiam na cidade foram retirados, segundo o prefeito, para acabar com a "indústria de multas". Veículos em 2004: 120.231 mil (automóveis, caminhões, ônibus...) Urbana Existe um Sistema Semi-Integrado de transporte, todavia muito mal estruturado, pois existem apenas dois Terminais de Integração, um localizado no bairro Benedito Bentes e o outro no Conjunto Residencial Colina dos Eucaliptos no bairro do Tabuleiro do Martins, na prática, a maioria das pessoas que moram longe do trabalho acaba por pagar duas ou mais passagens. O valor da passagem é alto, 1,70 real, se cogita a possibilidade de aumento em mais trinta centavos, chegando ao mesmo da tarifa na cidade de Curitiba, que tem o melhor sistema de transporte urbano da América do Sul. Apesar de só existirem duas ciclovias na cidade, uma na Beira-Mar e outra na Orla Lagunar, a maioria dos moradores da periferia se dirige ao trabalho por meio de bicicletas, andando junto aos carros em vias arteriais como a Av. Fernandes Lima e a Via Expressa. São registrados vários acidentes diários com ciclistas, alguns fatais. A questão da ciclovia também é tratada no Plano Diretor, que prevê a construção de várias delas entre as principais avenidas da cidade. Um outro problema do Transporte Urbano em Maceió são os táxis-lotação, que não pagam impostos e concorrem diretamente com as empresas de ônibus, cobram o mesmo preço e aceitam vale-transporte. A atividade é ilegal, mas ainda assim é bastante praticada e aceita pela maioria da população, principalmente pela rapidez no deslocamento comparado ao ônibus. Não é difícil encontrar táxis na cidade, mas a tarifa é uma das mais caras do Brasil. Ao entrar no táxi já se paga três reais, e a maioria da frota é associada a empresas que, na sua maioria, atendem ao cliente via telefone. A maioria dos taxis da cidade estão em condição boa ou ótima, devido as facilidades de compra de um veículo novo, por parte das vendedoras de automóveis.
A cidade conta com vários locais de comercialização de sua cultura e artesanato, como a Feirinha da Pajuçara, Feirinha do Mercado , este que após um incêndio em dezembro de 2005, foi transferido da Jatiuca para a Ponta Verde e agora tem um futuro incerto. Em novembro é realizado um dos maiores carnavais fora de época do país, o Maceió Fest, que em 2005 adotou o formato Indoor, o que causou vários protestos e muita polêmica, se cogita a volta dos foliões a rua.
Museu
do Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas Museu
Pierre Chalita Museu
do Esporte Museu
da Imagem e do Som - MISA
Igreja
de Nossa Sra. dos Rosários Pretos Igreja
de São Gonçalo do Amarante Igreja
de Nossa Sra. do Livramento Igreja
do Nosso Sr. Bom Jesus dos Martírios Igreja
de Nossa Sra. Mãe do Povo
"Castigat
ridendo moraes" ("É rindo que se castigam os costumes"); Teatro
de Arena - Praça Mal. Deodoro - Centro Bibliotecas Biblioteca
Pública Estadual de Alagoas - Endereço: Praça
Dom Pedro II - Centro Universidades
e faculdades Universidade
Federal de Alagoas - UFAL Comunicação Informações
sobre os bairros de Maceió, podem ser encontradas no site:
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A população branca do estado é descendente em sua grande maioria por portugueses. A população parda é composta por pessoas de pele meio amarelada. Os negros são o menor grupo étnico do estado. Atualmente um grande número de europeus, pincipalmente da Itália, Portugal, Espanha e Inglaterra, mudam-se para o Estado de Alagoas, estabelecendo-se na região litorânea. Atraídos pelas belezas naturais.
Pecuária Na pecuária, destacam-se as criações de eqüinos, bovinos, bubalinos, caprinos, ovinos e suínos. Extrativismo Existem também no Estado, reservas minerais de sal-gema, gás natural, além do petróleo já mencionado. Indústria A atividade industrial tem como sub-setores predominantes o químico, a produção de açúcar e álcool, de cimento e o processamento de alimentos.
As cidades do Litoral e o centro do estado apresentam IDH Médio, que varia de 0,551 a 0,750. Enquanto as cidades do oeste, mais conhecido como "sertão", apresentam IDH baixo, que varia de 0,450 a 0,550. Os notáveis -Arnon
de Mello, empresário e político; Maceió Clima Maceió tem, segundo pesquisas, a segunda melhor água potável do Brasil, possui clima tropical, a menor temperatura registrada na capital foi 11,3ºC, no dia 16 de junho de 1980, o sol aquece a cidade durante 270 dias do ano.
A vegetação natural encontra-se bastante degradada. Em algumas áreas isoladas dos Tabuleiros Costeiros e principalmente nas encostas. Ocorrem remanescentes de floresta ombrófila secundária (mata atlântica) e descaracterizada (macega-capoeira). No baixo curso dos rios ocorrem formações pioneiras aluviais e na sua foz, a influência da maré alta, dá origem a formações flúvio-marinhas (mangues) (CALHEIROS, LAGES & SANTOS, 1993), (ASSIS, 1998) e CALHEIROS et. al., 2004).
Estruturalmente são encontradas três unidades: a Planície ou Baixada Litorânea, os Tabuleiros Costeiros e o Maciço Cristalino da Saudinha. A Planície Litorânea compreende a área de menor expressão espacial e de menor altitude, 0 a 10 metros. De origem recente (quaternária), nela predominam as formas de acumulação marinha, fluvial, flúvio-marinha, flúvio-lacustre e eólica, representadas por terraços, pontas arenosas, restingas, cordões litorâneos, ilhas flúvio-marinhas, recifes e lagunas. Os Tabuleiros Costeiros são uma superfície de agradação composta basicamente por terrenos plio-pleistocênicos, também conhecidos como baixo planalto sedimentar costeiro. Apresenta relevo tipicamente plano com suaves ondulações e altitudes em geral inferiores a 100 metros. Na faixa costeira, o trabalho de abrasão marinha (antes do presente), estabelecia contato direto do oceano sobre as encostas do tabuleiro deram origem às falésias fósseis, separadas atualmente do oceano por depósitos quaternários. São cortados transversalmente por rios que correm em cursos paralelos, separados por interflúvios tabuliformes (dissecados e aplanados), formando vales e encostas fluviais, várzeas e lagunas. Destacam-se o Prataji e seus afluentes Messias ou Prata (integrante do Sistema Pratagy), Meirim e seu afluente o Saúde, o Estiva e o Sapucaí (divisa com Paripueira); além dos riachos: Carrapatinho, do Silva (que já abasteceu Maceió até a década de 50), Reginaldo, Jacarecica, Garça Torta, Doce, Nos baixos cursos dos rios a ação das marés dão origem a manguezais que ocorrem ao longo de todo litoral, principalmente na ilha do Lisboa e na foz dos rios Prataji, Meirim, Estiva e Sapucaí. No extremo norte-noroeste do município, cercado pelos Tabuleiros Costeiros, ocorre uma área de rochas cristalina (serra da Saudinha), formada por um esporão granítico, profundamente dissecados em encostas com níveis entre 160 e 300 metros, que corresponde a borda residual da porção meridional do Planalto da Borborema comandada pela referida serra, uma rede hidrográfica divergente drena suas águas diretamente para o Oceano Atlântico. Datas de Emancipações
Políticas Janeiro 01. Ibateguara
02. Olivença Março 11. Chã Preta Abril 12. Porto Calvo Maio 16. Coruripe Junho 07. São Miguel
dos Milagres Julho 13. Rio Largo Agosto 02. Barra de São
Miguel Setembro 06. Messias Outubro 01. São Brás Novembro 11. Boca da Mata Dezembro 05. Maceió Fonte: Secretaria Executiva de Turismo
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