Bezerros (PE)

São João sem vergonha de ser tradicional

 

 

A cidade de Bezerros começou a ficar conhecida na região pelo seu carnaval de rua, mas este ano o município começou a investir tambem em seu São João, disputando espaço com uma vizinha bastante concorrida: Caruaru. Só que o São João de Bezerros já tem uma cara própria. Com uma programação bem surtida que privilegia o forró pé-de-serra. Ah, você não sabe inde fica ou quem é a cidade de Bezerros? Vamos, então a um pouco de história.
Bezerros começa ser notícia nos meios de comunicação e em menos de uma semana o município perde a monotonia de cidade do interior para se transformar na encantadora Capital dos Papangus.

Quem imaginaria que uma simples brincadeira de amigos tornaria Bezerros uma cidade conhecida nacionalmente como a Terra do Papangu? Agora, pense em quantas pessoas deixam seus estados, capitais e cidades para verem um único personagem, o Papangu. A imprensa, assim como os turistas, fazem de tudo para tirar uma foto ou filmar, não importa se ele faz o estilo tradicional ou estilizado, se é criança, adulto ou idoso, se é homem ou mulher, o importante mesmo é que tenha a referência do Papangu.

A Terra do Papangu, Bezerros, a 107 Km da capital Recife. O município tem aproximadamente 60 mil habitantes, tendo como sua marca um povo alegre e hospitaleiro. No período de carnaval, o número de pessoas que visitam a cidade triplica, chegando em média a 180 mil foliões.
Bezerros ficou conhecida como a Terra do Papangu, devido aos milhares de mascarados que invadem a cidade durante os festejos carnavalescos. Segundo contam os moradores mais antigos, a tradição surgiu em 1905, quando um pequeno grupo de amigos resolveu sair mascarado, mantendo sobre sigilo seus rostos para que ninguém fosse reconhecido, passando nas residências de famílias e amigos, comendo e bebendo anonimamente, onde só poderiam tirar as máscaras quando alguém os reconhecesse, tornando com o passar do tempo uma tradição de pai para filho.

O nome “Papangu” surgiu porque nos grupos dos mascarados existiam dois irmãos que comiam muito, e quem era comilão recebia o nome de papa alguma coisa (papa pimenta, papa chocolate, etc). Naquele tempo as pessoas ofereciam angu nas suas casas, uma comida de milho típica da região. Devido ao exagero dos foliões, originou-se o nome do folião “PAPANGU”.

 

Conhecido nacionalmente e internacionalmente, o Carnaval de Bezerros recebe mais de 100 mil pessoas nos 6 dias do Reinado de Momo, e no domingo esse número chega a 50 mil visitantes, o que comprova o quanto o evento é atraente para o turismo.
As máscaras decorativas que enchem o Carnaval de Bezerros de cores são confeccionadas em papel machê. As peças são de todos os tamanhos. Algumas chegam a mais de cinco metros de altura.

Com artistas conhecidos internacionalmente, o município preserva o seu folclore e sua cultura original, além da produção de máscaras e bois em papel machê, brinquedos em madeira e frutas em cerâmica. Reconhecida nacionalmente pela figura do artista J. Borges, a cidade é a maior produtora de xilogravuras do Estado. São diversos ateliês que atraem turistas de todos os cantos do país.

A cidade de Bezerros tem uma centenária história de confecção de máscaras para carnaval em papel machê e coté.


Do lado de Caruaru, Bezerros também faz parte da rota junina pernambucana. Presa às raízes no Carnaval, marcado pelo frevo e pelo papangu, a cidade este ano aposta pesado nos festejos dos santos de junho com apoio do Governo do Estado. Apenas artistas pernambucanos, adeptos do forró mais tradicional, vão tocar na cidade. O trio de sanfona, zabumba e triângulo rege a festa. Nenhuma banda de forró estilizado participa.
São dois os pólos de animação em Bezerros. Um na Serra Negra, parque natural a 960 metros de altitude com uma vista da região que é puro bônus, com um visual de encantar a todos. O outro é a Rua da Matriz.

O primeiro pólo é diurno, com os shows começam ao meio-dia e acabando às 21h. Depois dessa hora, a festa é transferida para o centro da cidade. Na Serra, há festividades ainda programadas para os dias 28 e 29. As principais atrações são Karolinas com K, Chiquinha Gonzaga e Jorge de Altinho. No lugar, foi construída uma lona de circo com capacidade para oito mil pessoas.

A abertura do São João de Bezerros foi com o Forró dos namorados, na Rua da Matriz, com Jorge de Altinho, Irah Caldeira e Balanço Tropical. As festas na rua seguem pelos dias 27, 28 e 29. As principais atrações são Novinho da Paraíba, Balé Popular do Recife, Cristina Amaral, Josildo Sá, Orquestra Sanfônica de Bezerros, Maciel Melo, Tamborete de Forró, Forró Xamegar, Chão de Giz e Zé e seu Regional. Nos pólos, os organizadores da festa também programaram brincadeiras tradicionais para as crianças, como o quebra-panelas.


A origem de Bezerros data de 1740. Nessa época foi implantado um grande comércio de gado, iniciando o povoamento do local.
Algumas versões da história de Bezerros tentam explicar o nome da cidade. A primeira diz respeito ao sobrenome da família "Bezerra", que foi a primeira proprietária das terras. A segunda diz que o local foi, primitivamente, uma queimada de bezerros. A terceira conta que um dos filhos da família Bezerra se perdeu na reserva florestal, tendo sido feita uma promessa a São José, sendo a criança encontrada com vida, ao pé de frondosa árvore onde foi erguida uma Capela sob a invocação de São José dos Bezerros.

O município é formado pelos distritos sede, Sapucarana e Boas Novas e pelos povoados de Serra Negra, Sítio dos Remédios, Cajazeiras e Areias.
Anualmente, no dia 18 de maio Bezerros comemora a sua emancipação política. O padroeiro da cidade é São José.
Bezerros é um município promissor, tendo em vista sua relação direta com a capital do Estado. Isso se deve principalmente à sua proximidade da capital e também por suas condições favoráveis ao lazer, proporcionando tranquilidade com seu clima ameno.

O comércio, a indústria, a agricultura e o turismo são as principais atividades do município de Bezerros. A maior movimentação econômica da cidade se dá nas épocas festivas como Carnaval e São João. Só no Carnaval, Bezerros recebe mais de 100 mil pessoas nos dia de folia.
O município conta com mais de 650 estabelecimentos comerciais, na sua maioria varejistas, devidamente registrados nos ramos de confecções, armarinhos, ferragens, produtos agrícolas, mercearias, supermercados, panificadoras, postos de gasolina etc. No setor industrial, até mesmo nos menores estabelecimentos de fabricação, beneficiamento e transformação de matéria-prima, as atividades são bastante diversificadas. São fábricas de doces, gêneros alimentícios, bebidas, olarias, cerâmicas, pré-moldados, plásticos e serrarias.
Na agricultura, as principais culturas temporárias são tomate, couve-flor, repolho, pimentão e pepino. A cultura de subsistência é o milho e o feijão, e na pecuária sobressai a criação de bovinos, suínos, ovinos e caprinos, além de uma grande quantidade de granjas, tornando o município um pólo de distribuição.

Cidade do famoso xilogravurista Jota Borges e dos coloridos papangus que invadem as ruas nos dias de carnaval, Bezerros oferece ainda uma série de outros atrativos. Principalmente para quem gosta de curtir a natureza e praticar esportes radicais ou para quem pretende conhecer a diversidade do artesanato pernambucano. É o que você vai ver em mais um capítulo dessa nossa viagem pelo interior do Estado.
Para os apreciadores da cultura popular, os primeiros pontos de parada estão logo à beira da estrada, antes mesmo de entrar na cidade. Pois é ali, às margens da BR-232, que estão localizados o ateliê do artista Jota Borges e o Centro de Artesanato do Agreste, construído pelo governo do Estado para funcionar como um centro de referência da arte popular pernambucana.

Borges: a peleja da xilogravura e do cordel


No seu ateliê, às margens da BR-232, J. Borges mantém uma exposição permanente e um ponto de vendas dos folhetos de cordel que escreve e das xilogravuras que entalha na maneira de forma artesanal. Um dos mais famosos gravadores populares do Nordeste brasileiro, ele nasceu em Bezerros, em 1935.
Freqüentou apenas a escola primária e, em 1956, começou a vender folhetos (de outros autores) nas feiras-livres do interior pernambucano.
De tanto manusear e ler as fantásticas histórias, gostou daquele tipo de literatura e passou a imitar os poetas dos quais vendia os folhetos. O primeiro folheto que escreveu e publicou contava a disputa de dois vaqueiros por uma donzela. Desde então, não parou de escrever.
Em seguida, passaria a fazer também as xilogravuras para ilustrar as capas dos seus folhetos. Atualmente, a xilogravura de Borges é respeitada não apenas no Brasil como também no exterior.
J. Borges já expôs seus trabalhos em países como USA, Suíça, Alemanha, México, Venezuela e outros. Em 1994, o artista lecionou gravura, como convidado, na Universidade do Novo México.
Autor de dezenas de xilogravuras que ilustram o livro "As Palavras Andantes", do escritor uruguaio Eduardo Galeano, em 1975 Borges produziu xilogravuras para abertura da novela "Roque Santeiro" (TV Globo), de Dias Gomes, que foi censurada no dia da estréia.
Antes de passar a ganhar a vida com a arte do Cordel e da gravura, J.Borges foi agricultor, carpinteiro, pintor de paredes e pedreiro. Entre os principais folhetos escritos pelo artista, estão "O exemplo da mulher que vendeu o cabelo e foi para o inferno" (1967) e "Domiciana e Rosete" (1968).
Serra Negra: ecologia e arte nas alturas
Região das mais bonitas e agradáveis do Estado, a Serra Negra tem 260 metros de altura e fica a menos de dez quilômetros do centro da cidade de Bezerros. O local abriga uma pequena vila e um parque ecológico com vegetação típica do semi-árido nordestino. Inicialmente, a serra era explorada apenas pelos adeptos dos esportes radicais que instalaram ali uma rampa para vôo-livre.
Hoje, toda aquela área já vem sendo usada de forma organizada pelo turismo. Em 2002, por exemplo, foi realizado na Serra Negra um grande festival de música, poesia e artes plásticas.
O festival reuniu artistas locais e grandes nomes como Gilberto Gil e aconteceu num anfiteatro e nos mirantes e nas várias grutas naturais existentes na serra. Foi um acontecimento que contou com toda infra-estrutura das grandes produções.

Papangu
Mascarados que saem às ruas, durante o carnaval, representando figuras tolas, grotescas. Consta que, originalmente, eram os encapuzados que saíam à frente das procissões de penitência, tocando trombeta de vez em quando. Depois que a Igreja Católica proibiu a participação dessas figuras nas procissões, os encapuzados passaram a desfilar durante o carnaval.
Em 1831, a Câmara Municipal do Recife, Pernambuco, determinou: "Ficam proibidos os farricocos e papangus, figuras de morte e de tirano, nas procissões que a Igreja celebra no tempo da Quaresma" (Pereira da Costa in Vocabulário Pernambucano).

Xilogravura - Ilustrações populares obtidas por gravuras talhadas em madeira, muito difundidas no Nordeste e sempre associadas à Literatura de Cordel, uma vez que a partir do final do Século XIX passaram a ser utilizadas na produção de capas dos folhetos. Anteriormente, a xilogravura tinha uso considerado "menos nobre", como a confecção de rótulos de garrafas de cachaça e outros produtos. Sua grande popularidade veio com o Cordel.
A origem da xilogravura nordestina até hoje é ignorada. Acredita-se que os missionários portugueses tenham ensinado sua técnica aos brasilíndios, como uma atividade extra-catequese, partindo do princípio religioso que defende a necessidade de ocupar as mãos para que a mente não fique livre, sujeita aos maus pensamentos, ao pecado.
As matrizes para a impressão das ilustrações são talhadas em madeira mole (o cajá, por exemplo), geralmente pelos próprios autores das histórias de Cordel que utilizam apenas um canivete ou faca domética bem amolados.
Na década de 1960, depois que intelectuais e pesquisadores passaram a publicar luxuosos álbuns de gravuras produzidas por artistas populares do Nordeste, a xilogravura ganhou status de arte e projeção nacional e internacional. Entre os maiores xilogravuristas pernambucanos, estão Dila e J. Borges.

Também é em Bezerros que fica o Centro de Artesanato de Pernambuco, às margens da BR-232. O lugar oferece uma rica exposição com obras de mais de 400 artistas pernambucanos. Confeccionados com técnicas e materiais diversos, os trabalhos mostram o que cada região tem de mais representativo no artesanato. O Centro também funciona como ponto de encontro de artesãos, oferecendo oficinas arte-educativas, orientação para trabalhos em feiras, exposições e cursos de qualificação.

 

 

 

Serra Negra


Bezerros também se destaca pelas suas belezas naturais. Para quem curte passeios ecológicos, uma boa pedida é a Reserva Ecológica da Serra Negra, com açudes, fontes minerais e trechos de Mata Atlântica.

O acesso à serra é relativamente fácil e reserva boas surpresas como o visual diferenciado e como o fato da existência de uma vila com restaurantes, bares, igreja e escola.

Já os amantes da ecologia e dos esportes radicais devem seguir para regiões como a Serra Negra, a poucos quilômetros do centro da cidade. O local abriga uma pequena vila, um parque ecológico, mirantes e várias grutas naturais que estão sendo utilizadas para apresentações de shows musicais e espetáculos teatrais. Serra Negra é também um dos principais pontos do Estado para a prática de vôo livre.


Os bacamarteiros

 

Bezerros possui um grupo de bacamarteiros, composto por mais de 30 componentes de pelo menos três gerações com jovens de 20 anos até os nem tanto jovens de mais de 80.

A Orquestra Sanfônica de Bezerros foi fundada há pouco mais de quatro meses, e conta com o apoio da prefeitura como forma de divulgação da cidade.

Pequeno resumo:

Bezerros - A origem de Bezerros data de 1740. Nessa época foi implantado um grande comércio de gado, iniciando o povoamento do local.
Algumas versões da história de Bezerros tentam explicar o nome da cidade. A primeira diz respeito ao sobrenome da família Bezerra, que foi a primeira proprietária das terras. A segunda diz que o local foi, primitivamente, uma queimada de bezerros. A terceira conta que um dos filhos da família Bezerra se perdeu na
reserva florestal, tendo sido feita uma promessa a São José, sendo a criança encontrada com vida, ao pé de frondosa árvore onde foi erguida uma Capela sob a invocação de São José dos Bezerros. O município é formado pelos distritos sede, Sapucarana e Boas Novas e pelos povoados de Serra Negra, Sítio dos Remédios, Cajazeiras e Areias. Anualmente, no dia 18 de maio Bezerros comemora a sua emancipação política. O padroeiro da cidade é São José.
Significado do Nome
Versões: A primeira diz respeito ao sobrenome da família Bezerra, que foi a primeira proprietária das terras. A segunda diz que o local foi, primitivamente, uma queimada de bezerros. A terceira conta que um dos filhos da família Bezerra se perdeu na reserva florestal, tendo sido feita uma promessa a São José, sendo a criança encontrada com vida.
Aniversário da Cidade: 18 de Maio
Limites
Ao norte com Caruaru e Passira, ao sul com São Joaquim do Monte e Agrestina, a leste com Gravatá, Sairé e Camocim de São Félix e a oeste com Riacho das Almas e Caruaru.
Acesso Rodoviário
BR-232
Distâncias
101 Km da Capital Recife

TURISMO
Principais Pontos Turísticos
Atrativos Naturais
Bezerros também se destaca pelas suas belezas naturais. Para quem curte passeios ecológicos, uma boa pedida é a Reserva Ecológica da Serra Negra, com açudes, fontes minerais e trechos de Mata Atlântica.
Centro de Artesanato de Pernambuco - Às margens da BR-232. O lugar oferece uma rica exposição com obras de mais de 400 artistas pernambucanos. Confeccionados
com técnicas e materiais diversos, os trabalhos mostram o que cada região tem de mais representativo no artesanato. O Centro também funciona como ponto de encontro de artesãos, oferecendo oficinas arte-educativas, orientação para trabalhos em feiras, exposições e cursos de qualificação.
EVENTOS
- Consagrada como a terra dos papangus, a cidade de Bezerros

O forró é o ritmo que mais representa o povo nordestino, onde está ganhando espaço no Brasil. A moda no momento é o forró estilizado, diferente do tradicional pé-de-serra.
A diferença encontra-se nos instrumentos, enquanto o "estilizado" chega a usar bateria, guitarra e até saxofone. O "tradicional segue a linha autêntica com sanfona, zabumba e triângulo.
Preocupados com a desvalorização do forró pé-de-serra, a cidade de Bezerros (PE) realiza um verdadeiro São João em seu povoado Serra Negra, que tem como finalidade resgatar e valorizar o forró tradicional, mantendo viva na memória das demais gerações as nossas antigas culturas. Quem brinca o São João na Serra Negra nunca esquece e sempre quer voltar. É uma festa que marca, pois resgata muitas brincadeiras juninas como o quebra panela, além de uma enorme fogueira que faz a alegria da criançada. A novidade é que este ano (2008) terá outro pólo de animação que ficará localizado no centro da cidade.
O São João Cultural de Bezerros homenageia, em 2008, a Sociedade dos Forrozeiros Pé-de-Serra de AI de Pernambuco.


Sua programação conta com a participação especial da Orquestra Sanfônica de Bezerros, composta por 22 integrantes.


Programação

Local: Serra Negra
28/06 (sábado)
• 14h - Grupo Folclórico Batalhão 44 - Bacamarteiros de Bezerros e Banda de Pífano Santo Antônio
• 14h - Alexandre pé-de-serra
• 16h - Ivan Ferraz
• 18h - Garotos do Forró
29/06 (domingo)
• 14h - Banda de Pífano São José dos Bezerros e Grupo Folclórico Batalhão 44 -
• Bacamarteiros de Bezerros
• 14h - Trio João de Zé Edvaldo
• 15h:30min - Orquestra Sanfônica de Bezerros
• 16h:30min - Trio de Irapuã
• 18h:30min - Tamborete de Forró

Local: Centro da cidade
Rua da Matriz
• 27/06 (sexta-feira)
• 21h - Grupo Folcpopular; Quadrilha São João na Roça e Mamulengo Madeira de Lei
• 21h:30min - Rogéria Rangel
• 23h:30h - Mazinho de Arcoverde
• 01h - Nádia Maia
28/06 (sábado)
• 21h - Encontro de Mazurca e quadrilha junina Cheiro de Cravo
• 22h - Forrozão Chamegar
• 23h:30min - Maciel Melo
• 01h - Dudu do Acordeon
29/06 (domingo)
• 21h - Encontro de Bacamarteiros e quadrilha Rabo de Saia
• 21h:30min - Ed Lhira
• 23h:30min - Trio Nordestino

Informações:
Prefeitura Municipal de Bezerros.
(81) 3728-6700
Serviço de informação ao turista: turismo@bezerros.pe.gov.br

Por Keyler Simões

Fotos: Keyler Simões

Postado em: 23/06/08

 

faleconosco@tudoalagoas.com.br

 

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